E aí, pessoal?!
Como vocês estão? Espero que melhor que eu, porque sério, a faculdade não dá descanso! Entre relatórios, leituras e a vida que segue fora daqui, meu cérebro já está pedindo férias... Mas bora lá, porque hoje o assunto é daqueles que fazem a gente parar e pensar. Dessa vez, falamos sobre o processo de aprendizagem e, claro, não tinha como deixar de aparecer o famoso Piaget. Ele trouxe uma teoria super importante sobre os 4 estágios do desenvolvimento, que ajudam a entender como as crianças aprendem em cada fase da vida.
Sensório-Motor
Esse é o comecinho de tudo, do nascimento até uns 2 anos. O bebê conhece o mundo pelo que sente e pela coordenação dos movimentos. É tipo aquele momento em que tudo é novidade: o rosto da mãe, o som de um brinquedo, o toque das coisas... Comenius, em Escola da Infância, até dizia que a comunicação nesse período é toda nos gestos e expressões.
Pré-Operatório
Aqui estamos falando das crianças de 2 a 7 anos. A imaginação bomba nessa fase! Elas transformam colher em espada, caixa em castelo, e por aí vai. Apesar do pensamento ainda ser egocêntrico, é quando começam a desenvolver a empatia, aquele exercício de tentar se colocar no lugar do outro. O raciocínio ainda é bem simples, mas a fala já aparece com mais força.
Operações Concretas
Esse estágio vai dos 7 aos 11 anos. Aqui as crianças começam a organizar as ideias e usar a lógica, mas ainda precisam de coisas concretas para entender bem. Ou seja: até conseguem resolver problemas de matemática, mas só quando dá pra visualizar com exemplos reais.
Operações Formais
Dos 12 anos em diante, a coisa fica mais complexa. O adolescente (e depois o adulto) já não precisa de objetos concretos para pensar: consegue lidar com hipóteses, ideias abstratas e refletir sobre o mundo. Também passa a considerar outros pontos de vista e pensar em consequências que vão além de si mesmo. É o famoso “pensamento crítico” florescendo.
Enfim, gente, esses estágios ajudam a gente, futuros professores, a entender em que momento cada aluno está e como podemos pensar estratégias de ensino que façam sentido pra eles.
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