sábado, 18 de outubro de 2025

Ausubel e a aprendizagem significativa

 Oiii migoss!!

    Você já percebeu que algumas coisas que estudamos somem da memória assim que acaba a prova, enquanto outras ficam gravadas para sempre? Pois é, isso não acontece por acaso! Nesta semana, em nossa aula de Psicologia da Educação, revisitamos a teoria de David Ausubel, que explica exatamente o porque que isso acontece. 

    Segundo Ausubel, aprender de forma significativa é quando o novo conhecimento se liga a algo que já sabemos. É como se o que aprendemos ganhasse um “lugar” dentro da nossa mente, conectando-se a experiências e informações anteriores. Assim, o conteúdo deixa de ser apenas decorado e passa a fazer sentido de verdade.

    Quando estudamos apenas para cumprir uma tarefa ou tirar uma nota, estamos apenas memorizando  e o esquecimento vem rápido. Mas quando buscamos entender o “porquê” das coisas e fazemos conexões com o que já vivemos, esse aprendizado se torna duradouro e transformador.

    Ausubel acreditava que a base de todo novo conhecimento é o que já existe na mente do aluno. Por isso, o papel do professor é ajudar o estudante a relacionar novas ideias com saberes prévios, despertando o interesse e o sentido no que está sendo estudado.

    Podemos pensar assim: aprender sem conexão é como tentar colocar uma peça de quebra-cabeça em um lugar errado ela até pode “encaixar” por um momento, mas logo cai. Já aprender com significado é quando a peça realmente pertence àquele espaço, completando o todo. 

    Essa teoria nos lembra que estudar não é acumular informações, mas construir conhecimento com base em experiências e sentidos pessoais. É isso que transforma o aprender em algo prazeroso e útil — sem procrastinar e com verdadeira funcionalidade!


Por hoje é isso, até o próximo post 💋

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Aprendizagem significatica

     Oiiii migos!!!

    Hoje o post será mais simples, pois resolvi ir digitando na aula. A demanda das atividades tem sido tantas que para dar conta de uma matéria as vezes tenho que fazer a atividade em outra (não façam isso).

    Aprender de forma significativa vai além de decorar conteúdos: é conectar novos conhecimentos ao que o estudante já sabe, tornando o aprendizado real e transformador.

    Um estudo com professores de um Centro Universitário no Ceará mostrou que os docentes valorizam essa conexão entre teoria e prática, usando metodologias ativas que tornam as aulas mais envolventes. A pesquisa, baseada na teoria de David Ausubel, revela que ensinar de forma significativa é também refletir sobre a própria prática e adaptar estratégias às necessidades de cada estudante.

    Mais do que técnica, a aprendizagem significativa é uma postura pedagógica: exige escuta, sensibilidade e compromisso com o desenvolvimento humano. Ensinar assim é contribuir para formar alunos conscientes, críticos e preparados para interagir com o mundo de maneira responsável.

Por hoje é apenas isso, até a próxima!!💋

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Psicopatias da aprendizagem

    Oiii migos!!!

Na aula de psicologia da educação no dia 29/09 tivemos a presença da professora Jessica Leme especializada em AEE (atendimento educacional especializado). A aula foi muito significativa. Foi abordado diversos sobre tópicos, como: 

  • A educação infantil é onde tudo começa é pode se trabalhar a neuropsicologia;
  • O PEI (plano de ensino individualizado) é um documento obrigatório para alunos inclusos e é elaborado a partir de laudo, entrevistas com a família, o aluno e os professores. Esse documento define metas e adaptações dentro do contexto da turma.
  • O papel do psicopedagogo é fazer atendimento adaptado e individualizado, apoiando na construção de estratégias de ensino. Nem todo escola tem um psicopedagogo, mas o atendimento deve ser garantido de outra forma.
  • Os principais transtornos e dificuldades que estão mais presentes nas escolas são: TDAH (déficit de atenção, impulsividade e imperatividade), TEA ( difucaldade na comunicação, interação social e comportamento repetitivo, dislexia (alterações na leitura e escrita) e o TPAC (ouvido funciona bem, mas o cérebro não processa corretamente o que é ouvido). 
  • A dificuldade é uma coisa temporária, geralmente emocional ou contextual e pode melhorar com apoio. Então, se o aluno passa por uma perda, por exemplo, isso pode afeta-lo na sua aprendizagem, gerando uma dificuldade, entretanto ele pode ser ajudado e pode consguir superar. Já o transtorno é algo neurológico, ou seja, não tem cura. O transtorno pode ser trabalhado com acompanhamento e adaptações, entretando sempre haverá algo que possa afetar o aluno. 
  • Algumas intervenções possíveis: o olhar atento do professor é o primeiro passo, pois é ele que acompanha o aluno dentro de sala de aula e nota suas dificuldades. Encaminhamento para psicólogo e demais especialistas. Trabalho em parceria com a família. Há casos em que a família se nega e não aceita que o filho possa ter alguma dificuldade de aprendizagem, por isso, em alguns casos, se a família não colaborar a escola pode acionar o núcleo escolar e até o conselho tutelar, dependendo do contexto. 
    A aula foi super dinâmica, com uma roda de conversa com a professora Jéssica. Ao final, foi solicitado que fizéssemos um mapa mental e tudo que escrevi anteriormente são os tópicos que fiz nessa atividade, pois achei que ficaram bem claros e foi abordado tudo que falamos em sala de aula. 
    Compreender sobre as psicopatias das aprendizagem é essencial para que a escola, os professores e a família atuem em parceria, garantindo que cada aluno tenha condições necessárias para se desenvolver dentro de seus limites e potencialidades. 

    Por hoje é isso, até o próximo post!! Byeee💋

A interação social e o desenvolvimento infantil - trabalho

 Último blog!!!! Achei tudoooo essa proposta do professor Alexandre, pois consegui aprender melhor os conteúdos da professora Léia ao ter qu...