segunda-feira, 3 de novembro de 2025

A interação social e o desenvolvimento infantil - trabalho

 Último blog!!!! Achei tudoooo essa proposta do professor Alexandre, pois consegui aprender melhor os conteúdos da professora Léia ao ter que reviver o que aconteceu na aula e escrever aqui. 

Vamos lá... na aula passada, tivemos 3 apresentações sobre os temas divididos na aula retrasada. Mas hoje vou falar sobre o meu grupo e como foi um pouco do nosso seminário. A temática foi: A interação social e o desenvolvimento. 

Dividimos esse seminário em 3 blocos. O primeiro foi uma apresentação para ilustrar e colocar o que estavámos querendo passar com o tema na prática. A encenação consistia em uma professora que solicitou que os alunos montassem um quebra cabeça em grupos, porém uma aluna pediu para fazer sozinha. Ao fazer sozinha ela fez errado, pois saiu colocando as peças sem pensar se estaria certo ou não e os alunos que estavam um grupo separaram as peças e depois colaram. Foi uma breve encenação para que a turma entendesse que: em Provérbios 27:17 está escrito: ‘Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro.’ Isso quer dizer que aprendemos e crescemos quando ajudamos uns aos outros. Deus nos criou para viver em comunhão.

No segundo bloco, apresentamos os slides com aprofundamento teórico: 

A interação com os outros é fundamental e essencial para o avanço cognitivo da criança. Segundo o Construtivismo (Piaget), as crianças constroem conhecimento ativamente por meio da interação com o meio e, crucialmente, com outras pessoas. Esta interação social não apenas influencia o processo de aprendizagem, mas também a forma como as crianças processam informações.

Dois elementos-chave impulsionam este desenvolvimento: a Cooperação, que envolve a troca de conhecimentos e a resolução conjunta de problemas, e o Conflito Cognitivo, que ocorre quando a criança se depara com informações contraditórias ou desafiadoras. O conflito cognitivo é, na verdade, o motor que leva a criança a reavaliar suas concepções e adaptar estruturas mentais, impulsionando a Equilibração Majorante (um avanço qualitativo na estrutura cognitiva). Além disso, ele é crucial para a Descentração, a capacidade de considerar o ponto de vista do outro e superar o egocentrismo.

A interação entre pares tem um valor particular, pois a simetria de status (a ausência de assimetria de poder com adultos) encoraja a criança a justificar e argumentar o seu próprio raciocínio. O conflito sociocognitivo entre iguais é, portanto, um potente impulsionador da descentração. Adicionalmente, a cooperação em condições de igualdade é determinante para superar a Moral Heterônoma e alcançar a Moral Autônoma, que se baseia na colaboração, justiça e respeito mútuo.

Dada a sua importância, é fundamental promover a interação social no contexto educativo. As implicações pedagógicas sugerem a implementação de estratégias intencionais, como atividades que exijam a coordenação de perspectivas, o uso de debates para estimular o conflito cognitivo e a organização de trabalhos em equipe que demandem regras mútuas e justiça. Em suma, a interação social é indispensável para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social, permitindo a construção de novos conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades essenciais.

Para fechar o seminário, no 3 bloco fizemos um kahoot valendo 2 canetas da FAP, 1 livro e ouro branco. Não me recordo quem ganhou, mas foi muito divertido e foi algo que ajudou na aprendizagem dos colegas. 

Assim, eu encerro os posts... com um seminário que foi muito significativo para minha aprendizagem e futura profissão. A importância da interação social, um tema essencial para a aprendizagem das crianças. Último: por hoje é isso, infelizmente, não teremos um próximo post :( 💋


Organização, ENADE e o tal “aprender a aprender”

OIIII MIGOS! Pnúltimo blog inFELIZMENTE 💔 

Como de costume, ou não, hoje o post vai ser um pouquinho atrasado...A aula da semana do dia 20 de outubro foi mais tranquila, mas bem produtiva. A professora iniciou a aula, organizando um trabalho e ajudando-nos a nos dividir em grupos. Como sempre, ela utilizou um método diferente e muito eficaz para fazer essa divisão:  pra evitar que alguém fique sem grupo, ela pede pra os líderes ajudarem a encaixar quem ainda tá sozinho, ou seja, ela chamou os lideres a frente e pediu para q nós escolhessemos alguém. Achei uma atitude simples, mas que faz toda diferença ninguém fica de fora e o clima na sala fica bem mais leve. Ela também falou bastante sobre a importância de usar várias formas de aprendizagem nas apresentações: visual, oral, dinâmica e escrita. No começo parece só um monte de etapas, mas depois percebi que faz total sentido, cada pessoa aprende de um jeito diferente, né?

Mais pro final, entramos no assunto ENADE, e confesso que eu não sabia muito sobre isso. Descobri que é uma prova feita pelo MEC pra avaliar o quanto os alunos de ensino superior aprenderam durante o curso. A nota não muda o diploma, mas ajuda a medir a qualidade dos cursos. É mais uma daquelas coisas que a gente ouve falar e só entende de verdade quando o professor explica direitinho.

E teve um momento que ela mencionou o Wallon, dizendo que o vínculo entre professor e aluno é essencial pra que o aprendizado aconteça de forma significativa. E é verdade, quando existe esse vínculo, tudo flui melhor... isso me fez refletir e lembrar sobre situações em que meu vínculo com a professora melhorava meu aprendizado.

Saí da aula pensando nisso: aprender não é só decorar, é se envolver com o processo. É isso que faz a diferença! 


Por hoje é isso! Até o próximo e último post💋

sábado, 18 de outubro de 2025

Ausubel e a aprendizagem significativa

 Oiii migoss!!

    Você já percebeu que algumas coisas que estudamos somem da memória assim que acaba a prova, enquanto outras ficam gravadas para sempre? Pois é, isso não acontece por acaso! Nesta semana, em nossa aula de Psicologia da Educação, revisitamos a teoria de David Ausubel, que explica exatamente o porque que isso acontece. 

    Segundo Ausubel, aprender de forma significativa é quando o novo conhecimento se liga a algo que já sabemos. É como se o que aprendemos ganhasse um “lugar” dentro da nossa mente, conectando-se a experiências e informações anteriores. Assim, o conteúdo deixa de ser apenas decorado e passa a fazer sentido de verdade.

    Quando estudamos apenas para cumprir uma tarefa ou tirar uma nota, estamos apenas memorizando  e o esquecimento vem rápido. Mas quando buscamos entender o “porquê” das coisas e fazemos conexões com o que já vivemos, esse aprendizado se torna duradouro e transformador.

    Ausubel acreditava que a base de todo novo conhecimento é o que já existe na mente do aluno. Por isso, o papel do professor é ajudar o estudante a relacionar novas ideias com saberes prévios, despertando o interesse e o sentido no que está sendo estudado.

    Podemos pensar assim: aprender sem conexão é como tentar colocar uma peça de quebra-cabeça em um lugar errado ela até pode “encaixar” por um momento, mas logo cai. Já aprender com significado é quando a peça realmente pertence àquele espaço, completando o todo. 

    Essa teoria nos lembra que estudar não é acumular informações, mas construir conhecimento com base em experiências e sentidos pessoais. É isso que transforma o aprender em algo prazeroso e útil — sem procrastinar e com verdadeira funcionalidade!


Por hoje é isso, até o próximo post 💋

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Aprendizagem significatica

     Oiiii migos!!!

    Hoje o post será mais simples, pois resolvi ir digitando na aula. A demanda das atividades tem sido tantas que para dar conta de uma matéria as vezes tenho que fazer a atividade em outra (não façam isso).

    Aprender de forma significativa vai além de decorar conteúdos: é conectar novos conhecimentos ao que o estudante já sabe, tornando o aprendizado real e transformador.

    Um estudo com professores de um Centro Universitário no Ceará mostrou que os docentes valorizam essa conexão entre teoria e prática, usando metodologias ativas que tornam as aulas mais envolventes. A pesquisa, baseada na teoria de David Ausubel, revela que ensinar de forma significativa é também refletir sobre a própria prática e adaptar estratégias às necessidades de cada estudante.

    Mais do que técnica, a aprendizagem significativa é uma postura pedagógica: exige escuta, sensibilidade e compromisso com o desenvolvimento humano. Ensinar assim é contribuir para formar alunos conscientes, críticos e preparados para interagir com o mundo de maneira responsável.

Por hoje é apenas isso, até a próxima!!💋

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Psicopatias da aprendizagem

    Oiii migos!!!

Na aula de psicologia da educação no dia 29/09 tivemos a presença da professora Jessica Leme especializada em AEE (atendimento educacional especializado). A aula foi muito significativa. Foi abordado diversos sobre tópicos, como: 

  • A educação infantil é onde tudo começa é pode se trabalhar a neuropsicologia;
  • O PEI (plano de ensino individualizado) é um documento obrigatório para alunos inclusos e é elaborado a partir de laudo, entrevistas com a família, o aluno e os professores. Esse documento define metas e adaptações dentro do contexto da turma.
  • O papel do psicopedagogo é fazer atendimento adaptado e individualizado, apoiando na construção de estratégias de ensino. Nem todo escola tem um psicopedagogo, mas o atendimento deve ser garantido de outra forma.
  • Os principais transtornos e dificuldades que estão mais presentes nas escolas são: TDAH (déficit de atenção, impulsividade e imperatividade), TEA ( difucaldade na comunicação, interação social e comportamento repetitivo, dislexia (alterações na leitura e escrita) e o TPAC (ouvido funciona bem, mas o cérebro não processa corretamente o que é ouvido). 
  • A dificuldade é uma coisa temporária, geralmente emocional ou contextual e pode melhorar com apoio. Então, se o aluno passa por uma perda, por exemplo, isso pode afeta-lo na sua aprendizagem, gerando uma dificuldade, entretanto ele pode ser ajudado e pode consguir superar. Já o transtorno é algo neurológico, ou seja, não tem cura. O transtorno pode ser trabalhado com acompanhamento e adaptações, entretando sempre haverá algo que possa afetar o aluno. 
  • Algumas intervenções possíveis: o olhar atento do professor é o primeiro passo, pois é ele que acompanha o aluno dentro de sala de aula e nota suas dificuldades. Encaminhamento para psicólogo e demais especialistas. Trabalho em parceria com a família. Há casos em que a família se nega e não aceita que o filho possa ter alguma dificuldade de aprendizagem, por isso, em alguns casos, se a família não colaborar a escola pode acionar o núcleo escolar e até o conselho tutelar, dependendo do contexto. 
    A aula foi super dinâmica, com uma roda de conversa com a professora Jéssica. Ao final, foi solicitado que fizéssemos um mapa mental e tudo que escrevi anteriormente são os tópicos que fiz nessa atividade, pois achei que ficaram bem claros e foi abordado tudo que falamos em sala de aula. 
    Compreender sobre as psicopatias das aprendizagem é essencial para que a escola, os professores e a família atuem em parceria, garantindo que cada aluno tenha condições necessárias para se desenvolver dentro de seus limites e potencialidades. 

    Por hoje é isso, até o próximo post!! Byeee💋

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Apresentações sobre estudos de casos 👀

       Oiii divos!!

    Hoje o post será mais curto, pois a aula de ontem foi um pouco diferente: fizemos uma roda de conversa e debatemos sobre o estudo de caso sobre alguns métodos de ensino que a professora nos deu aula passada. A professora socitou que fossemos anotando em tópicos sobre cada caso e que no final da aula fizéssemos a postagem no AVA. Vou postar aqui o que eu entendi e aprendi de cada um dos métodos de ensino citados. 

Estudo de casos - anotações 

Caso 1: Sala de aula invertida na educação infantil:

- O aluno estuda o conteúdo em casa e usa o tempo da sala para discutir e aprimorar seu conhecimento sobre tal assunto e um exemplo disso é a escola sabatina. 

- Ao compartilhar o conhecimento é possível ampliá-lo.

- Ocorre para qualquer idade, desde que seja adaptada e funcional.

- Esse método é por meio de pesquisas, estudos, assistir vídeos, etc. Por isso, para trabalhar esse método na educação infantil é necessário o auxílio dos pais.

- Piaget fala que aprender não é simplesmente receber conhecimento pronto, mas construí-lo ativamente.

Caso 2: Projeto interdisciplinar com problemas reais:

- Ao vivenciar a situação, com problemas reais é possível relacionar os conteúdos.

- Com esse método é possível conectar conteúdos mesmo que as matérias sejam diferentes, por exemplo: ciências, a água e seu desperdício e matemática, coleta de dados, quantidade e litros…

- John Dewey fala que a experiência é essencial no processo de aprendizagem, por isso, ao trabalhar com situações reais, é possível que as crianças construam saberes significativos. 

Caso 3: Ensino híbrido em comunidade rural:

- Ensino personalizado.

- Liliane Cristine: Ensino Híbrido - Personalização e Tecnologia na Educação. A autora aborda como o ensino híbrido pode ser usado em diferentes realidades, inclusive em escolas com poucos recursos. 

- A presença da família é importante para o incentivo nos estudos, pois esse método, demanda de mais interesse da parte dos alunos. 

Caso 4: Formação docente com metodologias ativas:

- Diferente do ensino tradicional (centrado no professor), o estudante é o protagonista e o professor atua como mediador e orientador.

- Nesse método o aluno passa a investigar, discutir, experimentar e produzir.

- Maria Montessori enfatiza a importância de trabalhar a autonomia do aluno, de fazê-lo pensar e fazer por si mesmo. 

- Hora o aluno ouve, hora ele compartilha.

    Por hoje é isso, um post bem curto mas com as principais ideias de cada método de ensino! Até o próximo post 👋💋

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Aprender a aprender com inovação, funcionalidade e sentido

     Oii migos!

    Acabei de fazer uma postagem e já estou postando outra... Apesar do cansaço, hoje vou fazer esse post durante a aula, pois estou com muuuuuitos trabalhos acumulados. Hoje, continuamos falando sobre as teorias da aprendizagem e continuaremos falando sobre aprender a aprender, como na aula passada. 

    Ausubel fala sobre o que acontece no processo de aprendizagem, baseado naquilo que citei no primeiro post: desenvolvimento real e desenvolvimento potencial. O autor diz que as ideias se encadeiam de acordo com a relação que se estabelece entre elas, ele chama isso de aprendizagem significativa, ou seja, é preciso vivenciar na prática o conteúdo e tudo em uma sala de aula deve ter uma intencionalidade. Um exemplo é: estamos trabalhando sobre botânica com as crianças. Então por que não leva-los a uma aula prática e plantarmos algo para que elas aprendam de forma significativa, um conhecimento que faça sentido. 

    Um esquema que podemos visualizar para entender é:

conhecimentos prévios > âncoras > promover experiências > fatores afetivos sociais

    Vou explicar cada um usando o exemplo que citei: uma aula sobre botânica

  1. Conhecimentos prévios
    As crianças já sabem algumas coisas: que plantas precisam de água, que crescem na terra, que têm folhas, flores ou frutos.
    👉 O professor pode começar perguntando: “Quem já plantou uma sementinha em casa?” ou “Para que serve uma árvore?”.

  2. Âncoras
    Essas ideias que os alunos já têm serão as “âncoras” para o novo aprendizado.
    👉 Se eles dizem que “a planta cresce porque bebe água”, o professor pode ancorar isso explicando que além da água, a planta precisa de luz solar para fazer a fotossíntese.

  3. Promover experiências
    Para que seja significativo, não pode ficar só na teoria.
    👉 O professor leva a turma para plantar feijão em copinhos transparentes, onde as crianças acompanham dia a dia a germinação e registram em um diário de observações.

  4. Fatores afetivos e sociais
    Quando a experiência é compartilhada, o aprendizado se fortalece.
    👉 Cada grupo cuida do seu copinho, ajuda a regar, comenta o que vê e comemora quando a primeira folhinha aparece. Isso gera vínculo emocional e social com o aprendizado.

        Agora outro SUPER assunto sobre a aula que eu achei maravilhoso: 

     "Aprender a aprender com inovação, funcionalidade e sentido"

        Para nos instigar a pensar sobre esse tema, a professora trouxe a seguinte questão: Quais estratégias o professor pode usar para inovar o processo de aprendizagem? E após vários exemplos e explicações conseguimos responder:
    > Criar condições de ter uma participação mais ativa dos alunos, sendo assim, não pode ser um aprendizado que o aluno só recebe informações, deve ser ser um aprendizado interativo, que envolva o aluno. 
    > Incentivar a autonomia, permitindo que o estudante pesquise, questione e construa o próprio conhecimento, desenvolvendo senso crítico.
    >  Relacionar o conteúdo com o cotidiano do aluno, dando funcionalidade e sentido ao que está sendo estudado, para que não fique algo distante da sua realidade.
    > Fazer uso de metodologias ativas, como projetos, trabalhos em grupo, sala de aula invertida, jogos educativos e tecnologias digitais.
    > Valorizar a aprendizagem significativa, conectando novos conhecimentos aos saberes prévios, como vimos em Ausubel, para que a construção do saber seja sólida e duradoura.
    > Criar um ambiente afetivo e colaborativo, onde o aluno se sinta acolhido, respeitado e motivado a participar, compartilhando ideias e experiências.

Por hoje é isso!!! Até o próximo post👋

A interação social e o desenvolvimento infantil - trabalho

 Último blog!!!! Achei tudoooo essa proposta do professor Alexandre, pois consegui aprender melhor os conteúdos da professora Léia ao ter qu...