terça-feira, 23 de setembro de 2025

Apresentações sobre estudos de casos 👀

       Oiii divos!!

    Hoje o post será mais curto, pois a aula de ontem foi um pouco diferente: fizemos uma roda de conversa e debatemos sobre o estudo de caso sobre alguns métodos de ensino que a professora nos deu aula passada. A professora socitou que fossemos anotando em tópicos sobre cada caso e que no final da aula fizéssemos a postagem no AVA. Vou postar aqui o que eu entendi e aprendi de cada um dos métodos de ensino citados. 

Estudo de casos - anotações 

Caso 1: Sala de aula invertida na educação infantil:

- O aluno estuda o conteúdo em casa e usa o tempo da sala para discutir e aprimorar seu conhecimento sobre tal assunto e um exemplo disso é a escola sabatina. 

- Ao compartilhar o conhecimento é possível ampliá-lo.

- Ocorre para qualquer idade, desde que seja adaptada e funcional.

- Esse método é por meio de pesquisas, estudos, assistir vídeos, etc. Por isso, para trabalhar esse método na educação infantil é necessário o auxílio dos pais.

- Piaget fala que aprender não é simplesmente receber conhecimento pronto, mas construí-lo ativamente.

Caso 2: Projeto interdisciplinar com problemas reais:

- Ao vivenciar a situação, com problemas reais é possível relacionar os conteúdos.

- Com esse método é possível conectar conteúdos mesmo que as matérias sejam diferentes, por exemplo: ciências, a água e seu desperdício e matemática, coleta de dados, quantidade e litros…

- John Dewey fala que a experiência é essencial no processo de aprendizagem, por isso, ao trabalhar com situações reais, é possível que as crianças construam saberes significativos. 

Caso 3: Ensino híbrido em comunidade rural:

- Ensino personalizado.

- Liliane Cristine: Ensino Híbrido - Personalização e Tecnologia na Educação. A autora aborda como o ensino híbrido pode ser usado em diferentes realidades, inclusive em escolas com poucos recursos. 

- A presença da família é importante para o incentivo nos estudos, pois esse método, demanda de mais interesse da parte dos alunos. 

Caso 4: Formação docente com metodologias ativas:

- Diferente do ensino tradicional (centrado no professor), o estudante é o protagonista e o professor atua como mediador e orientador.

- Nesse método o aluno passa a investigar, discutir, experimentar e produzir.

- Maria Montessori enfatiza a importância de trabalhar a autonomia do aluno, de fazê-lo pensar e fazer por si mesmo. 

- Hora o aluno ouve, hora ele compartilha.

    Por hoje é isso, um post bem curto mas com as principais ideias de cada método de ensino! Até o próximo post 👋💋

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Aprender a aprender com inovação, funcionalidade e sentido

     Oii migos!

    Acabei de fazer uma postagem e já estou postando outra... Apesar do cansaço, hoje vou fazer esse post durante a aula, pois estou com muuuuuitos trabalhos acumulados. Hoje, continuamos falando sobre as teorias da aprendizagem e continuaremos falando sobre aprender a aprender, como na aula passada. 

    Ausubel fala sobre o que acontece no processo de aprendizagem, baseado naquilo que citei no primeiro post: desenvolvimento real e desenvolvimento potencial. O autor diz que as ideias se encadeiam de acordo com a relação que se estabelece entre elas, ele chama isso de aprendizagem significativa, ou seja, é preciso vivenciar na prática o conteúdo e tudo em uma sala de aula deve ter uma intencionalidade. Um exemplo é: estamos trabalhando sobre botânica com as crianças. Então por que não leva-los a uma aula prática e plantarmos algo para que elas aprendam de forma significativa, um conhecimento que faça sentido. 

    Um esquema que podemos visualizar para entender é:

conhecimentos prévios > âncoras > promover experiências > fatores afetivos sociais

    Vou explicar cada um usando o exemplo que citei: uma aula sobre botânica

  1. Conhecimentos prévios
    As crianças já sabem algumas coisas: que plantas precisam de água, que crescem na terra, que têm folhas, flores ou frutos.
    👉 O professor pode começar perguntando: “Quem já plantou uma sementinha em casa?” ou “Para que serve uma árvore?”.

  2. Âncoras
    Essas ideias que os alunos já têm serão as “âncoras” para o novo aprendizado.
    👉 Se eles dizem que “a planta cresce porque bebe água”, o professor pode ancorar isso explicando que além da água, a planta precisa de luz solar para fazer a fotossíntese.

  3. Promover experiências
    Para que seja significativo, não pode ficar só na teoria.
    👉 O professor leva a turma para plantar feijão em copinhos transparentes, onde as crianças acompanham dia a dia a germinação e registram em um diário de observações.

  4. Fatores afetivos e sociais
    Quando a experiência é compartilhada, o aprendizado se fortalece.
    👉 Cada grupo cuida do seu copinho, ajuda a regar, comenta o que vê e comemora quando a primeira folhinha aparece. Isso gera vínculo emocional e social com o aprendizado.

        Agora outro SUPER assunto sobre a aula que eu achei maravilhoso: 

     "Aprender a aprender com inovação, funcionalidade e sentido"

        Para nos instigar a pensar sobre esse tema, a professora trouxe a seguinte questão: Quais estratégias o professor pode usar para inovar o processo de aprendizagem? E após vários exemplos e explicações conseguimos responder:
    > Criar condições de ter uma participação mais ativa dos alunos, sendo assim, não pode ser um aprendizado que o aluno só recebe informações, deve ser ser um aprendizado interativo, que envolva o aluno. 
    > Incentivar a autonomia, permitindo que o estudante pesquise, questione e construa o próprio conhecimento, desenvolvendo senso crítico.
    >  Relacionar o conteúdo com o cotidiano do aluno, dando funcionalidade e sentido ao que está sendo estudado, para que não fique algo distante da sua realidade.
    > Fazer uso de metodologias ativas, como projetos, trabalhos em grupo, sala de aula invertida, jogos educativos e tecnologias digitais.
    > Valorizar a aprendizagem significativa, conectando novos conhecimentos aos saberes prévios, como vimos em Ausubel, para que a construção do saber seja sólida e duradoura.
    > Criar um ambiente afetivo e colaborativo, onde o aluno se sinta acolhido, respeitado e motivado a participar, compartilhando ideias e experiências.

Por hoje é isso!!! Até o próximo post👋

Descobrindo os estágios do desenvolvimento com Piaget

E aí, pessoal?!

    Como vocês estão? Espero que melhor que eu, porque sério, a faculdade não dá descanso! Entre relatórios, leituras e a vida que segue fora daqui, meu cérebro já está pedindo férias... Mas bora lá, porque hoje o assunto é daqueles que fazem a gente parar e pensar.                                                                Dessa vez, falamos sobre o processo de aprendizagem e, claro, não tinha como deixar de aparecer o famoso Piaget. Ele trouxe uma teoria super importante sobre os 4 estágios do desenvolvimento, que ajudam a entender como as crianças aprendem em cada fase da vida.

Sensório-Motor

    Esse é o comecinho de tudo, do nascimento até uns 2 anos. O bebê conhece o mundo pelo que sente e pela coordenação dos movimentos. É tipo aquele momento em que tudo é novidade: o rosto da mãe, o som de um brinquedo, o toque das coisas... Comenius, em Escola da Infância, até dizia que a comunicação nesse período é toda nos gestos e expressões. 

Pré-Operatório

    Aqui estamos falando das crianças de 2 a 7 anos. A imaginação bomba nessa fase! Elas transformam colher em espada, caixa em castelo, e por aí vai. Apesar do pensamento ainda ser egocêntrico, é quando começam a desenvolver a empatia, aquele exercício de tentar se colocar no lugar do outro. O raciocínio ainda é bem simples, mas a fala já aparece com mais força.

Operações Concretas

    Esse estágio vai dos 7 aos 11 anos. Aqui as crianças começam a organizar as ideias e usar a lógica, mas ainda precisam de coisas concretas para entender bem. Ou seja: até conseguem resolver problemas de matemática, mas só quando dá pra visualizar com exemplos reais.

Operações Formais

    Dos 12 anos em diante, a coisa fica mais complexa. O adolescente (e depois o adulto) já não precisa de objetos concretos para pensar: consegue lidar com hipóteses, ideias abstratas e refletir sobre o mundo. Também passa a considerar outros pontos de vista e pensar em consequências que vão além de si mesmo. É o famoso “pensamento crítico” florescendo.

    Enfim, gente, esses estágios ajudam a gente, futuros professores, a entender em que momento cada aluno está e como podemos pensar estratégias de ensino que façam sentido pra eles.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Teorias da aprendizagem 🤯

    Hoje quero compartilhar um pouco sobre uma aula que tive sobre teorias da aprendizagem, um tema essencial para quem se interessa por educação e desenvolvimento humano. Falamos principalmente sobre as abordagens cognitivista e sociointeracionista, e como elas se relacionam com a prática pedagógica. Essas são algumas coisas que anotei sobre a aula:         

       Se aprofundando mais no assunto depois da aula entendi o conceito da teoria cognitivista como uma teoria que entende que a aprendizagem é um processo interno, que envolve a organização e interpretação das informações. Ou seja, aprender não é apenas receber dados, mas compreendê-los e integrá-los ao que já sabemos.                                                                                                               Uma frase que me marcou na aula foi: “A cognição só vai acontecer se houver uma experiência.” Ou seja, para que o conhecimento seja significativo, é necessário haver uma prática, uma vivência que desafie o aluno a pensar, refletir e construir o conhecimento por si mesmo. Como comentei no meu post anterior, minha professora faz umas aulas super dinâmicas para que possamos relacionar o conteúdo com a realidade e ela fez algumas atividades práticas para melhor compreensão. Com essa frase que me marcou eu consegui relacionar muitas coisas que aprendi nos anos anteriores quando fiz o curso de magistério, como: para que a criança aprenda as letras é necessário que primeiro a criança conheça a letra e isso pode ser feito de várias maneiras, por exemplo: desenhar o traçado da letra no chão para que a criança ande por cima, fazer a letra com massinha, fazer o traçado da letra com o dedinho na areia, etc.

    Também anotei um slide que ela explicou sobre o teórico do cognitivismo Jean Piaget. Ele propôs que a aprendizagem acontece a partir de um processo de construção ativa, onde o aluno passa por fases como:

  • Situação (algo novo ou desafiador);

  • Desequilíbrio (o aluno percebe que não sabe ou não entende completamente);

  • Assimilação (tenta encaixar o novo conhecimento no que já sabe);

  • Acomodação (reorganiza seu pensamento para incorporar o novo);

  • Equilíbrio (adquire uma nova compreensão e se sente seguro novamente).

    E como a professora disse, essa teoria é muito compatível com a proposta da educação adventista, que busca formar indivíduos de maneira integral, incentivando a reflexão, a autonomia e o crescimento moral e intelectual. Mas claro que é uma teoria que se encaixa, isso não significa que a educação adventista seja "piagetiana" (não tenho certeza que essa palavra exista 😅, mas deu pra entender)

      Também anotei sobre a teoria sociointeracionista, baseada nas ideias de Lev Vygotsky, que entende que o desenvolvimento cognitivo acontece principalmente por meio das interações sociais. A aprendizagem, nesse contexto, não é um processo isolado, mas sim coletivo, mediado pela cultura, linguagem e pelas relações humanas.Um conceito importante dessa teoria é a chamada Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que representa o espaço entre:

  • Desenvolvimento real: o que o aluno já é capaz de fazer sozinho, com autonomia;

  • Desenvolvimento potencial: o que o aluno ainda não consegue fazer sozinho, mas pode alcançar com ajuda de um mediador (professor, colega, etc.).

        Durante a aula, a professora trouxe um exemplo prático para ilustrar esse conceito:
        Ela propôs um jogo de lançar argolas em um cone, oferecendo como estímulo um açaí para motivar os alunos. Um aluno em particular sabia o que precisava fazer e como fazer, mas mesmo assim falhou nas tentativas. Então, a professora mudou o cone de lugar para facilitar, mas o aluno ainda assim não conseguiu acertar. Por fim, ela permitiu que ele levasse o cone para casa, com o objetivo de praticar e desenvolver melhor essa habilidade. Esse exemplo nos fez refletir sobre o processo de aprendizagem dentro da ZDP. O aluno tinha algum domínio da tarefa (desenvolvimento real), mas ainda precisava de apoio e prática para melhorar aquela habilidade (desenvolvimento potencial). A professora, ao oferecer um estímulo (açaí) e ajustar o desafio (movendo o cone e permitindo a prática em casa), atuou como mediadora nesse processo de avanço.

        Um ponto interessante que surgiu na aula foi a ideia de que o nosso cérebro é extremamente flexível e poderoso, mas também é econômico, ou seja, ele tende a evitar esforços desnecessários. Por isso, a motivação e o desafio adequado são essenciais para ativar os processos cognitivos e promover a aprendizagem real. Acho que o resumo de hoje já ficou muito extenso, então pra finalizar, algo essencial que ficou da aula: não existe prática pedagógica eficaz sem compreensão teórica. Quando o educador compreende as teorias da aprendizagem, ele se torna mais capaz de organizar ambientes de ensino que respeitam o ritmo, as necessidades e as potencialidades de cada aluno e tanto o cognitivismo quanto o sociointeracionismo nos mostram que aprender é um processo ativo.


Bye byeeee, até a próxima aula 💖



A interação social e o desenvolvimento infantil - trabalho

 Último blog!!!! Achei tudoooo essa proposta do professor Alexandre, pois consegui aprender melhor os conteúdos da professora Léia ao ter qu...